domingo, 1 de julho de 2012

Então, queridos, resolvi mudar um pouco o meu estilo de escrita neste post. Sabem como é, sair da rotina (embora eu não goste disso, adoro minhas rotinas). Anyway, estou aqui hoje pra falar de amor, porque é o assunto que mais vem martelando na minha cabeça. Mas, antes que vocês se perguntem: não, não estou apaixonada.
Bom, o amor é algo extremamente singelo e lindo. Mas, por outro lado, é, igualmente, doloroso e desgastante. Aqueles que já se apaixonaram sabem como é bom e ruim, ao mesmo tempo; confortador e intimidador e parará, por aí vai nas antíteses. Mas o que poucos sabem, é que o amor não é algo fixo, não é uma fórmula de Bhaskara, em que você joga os valores - o que, aqui, corresponderiam ao casal - e tcharãm, resultado positivo ou negativo.
Nah, pra ter amor, tem que ter, antes de tudo, a relação. Independente de qual seja: relação amorosa, aquele friendzone, amizade colorida, e tal. Sempre vai partir de algo assim. E com essa prévia relação, pode-se ter o encadeamento do ~amor~. Aí eu te pergunto: e essa história que algumas pessoas (leia-se: minha amiga R.) dizem que "O amor é uma utopia" e "O amor é uma jogada de marketing para as lojas faturarem"? Essas afirmações são corretas ou o quê?
Aí, depois, eu te digo: rapaz, depende, viu. Há quem ainda acredite no amor, e em alma gêmea, e em casamento até a velhice, de mãos dadas, chamando "Meu véio" e "Minha véia" para cá e para lá. E te digo que não estão errados em acreditar nisso. Afinal, como dizia Renato Russo, quem acredita sempre alcançaaaa, né? Mas também tem aqueles >>> EU <<< que são um meio termo entre a minha querida amiga R. e toda essa ~crença~ no amor. Esses aí > eu < acham que pode sim, existir o amor, mas que tem milhões e milhões de fatores, características e considerações que devem ser levadas em conta. Algumas delas? Ok. O verdadeiro sentimento: se é amor, paixão, gostar, gostandinho, estar afim, e os variados; se o parceiro ou a parceira, no sé, é amigo/a, mais que amigo/a, melhor amigo/a, se é namorado/a e amigo/a tudo junto; se a pessoa tá pronta para entrar em um relacionamento  e tal... 
Aí uma pessoinha lança: "Mas, Querow, como eu vou saber diferenciar tudo isso, se sentimentos não podem ser traduzidos em palavas?" Ah, querida pessoinha, isso a gente só sabe quando sente. Você é quem sabe a intensidade do sentimento. E, outra coisa, seus lindo, todo mundo diz que é difícil conciliar o amor com a racionalidade. Mas nem é tanto, você só precisa saber o que sente, e tcharãm, isso já é o first step primeiro passo em inglês, pra você ser racional dentro de um relacionamento.
E, então, vem uma 2ª pessoa e pergunta uma bomba: "Querow, cê tá falando tudo isso, criando um textinho maneirinho só pra falar do amor... Então, me diz: cê já amou alguém assim?" Aí eu respondo: " Ah, 2ª pessoinha, isso fica pro próximo post, e olhe olhe viu.

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